Nas estradas e encruzilhadas da Vida, liberto das roupagens da vaidade e da jactância, tento merecer esta minha condição de ser vivo.

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Out 11

É um imperativo de consciência juntar a minha voz à de todos os que proclamam os direitos inalienáveis da Vida.

 

Atentar contra os direitos inalienáveis da Vida é atentar contra a Vida.

 

Quem permite que atentem contra os direitos inalienáveis da Vida, é cúmplice nesses atentados.

 

Quem se alheia dos atentados contra os direitos inalienáveis da Vida, é cúmplice nesses atentados.

 

Quando estão em causa os direitos inalienáveis da Vida, não há neutralidade possível: ou estamos pela Vida ou contra a Vida.

 

Todos, sem excepção, somos responsáveis sempre que são violados os direitos inalienáveis da Vida.

 

 

José-Augusto de Carvalho
28 de Outubro de 2011.

Viana*Évora*Portugal

publicado por Do-verbo às 00:33

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