Nas estradas e encruzilhadas da Vida, liberto das roupagens da vaidade e da jactância, tento merecer esta minha condição de ser vivo.

15
Mar 08
        
   
 
Se não encantas cantando,
por que teimas em cantar?
Se não convences falando,
por que insistes em falar?

Quem não sabe que deliras,
ouvindo as tuas mentiras?

Quem não sabe que a vaidade
é toda a tua verdade?

Quem não sabe que Narciso
teve mais modéstia e siso?

És o anverso e o reverso
da mesma falsa moeda,
mácula do pátrio terso
que resiste e que leveda...

És o direito e o avesso
da casaca já no fio,
que, na feira, é adereço
dos arautos do sandio.
publicado por Do-verbo às 19:20

Março 2008
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