Nas estradas e encruzilhadas da Vida, liberto das roupagens da vaidade e da jactância, tento merecer esta minha condição de ser vivo.

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Mai 09

 

 Sabia que o autoproclamado Estado Novo foi, entre muitas outras coisas, um reino do faz de conta. O que estaria longe de supor é que também este país de novembro o seria.


Hoje, desde o desfile dos que mudaram de ideário aos descaramento dos que ensaiam acrobacias para se equilibrarem no arame e negarem o óbvio, tudo é uma farsa. E os casos são sérios de mais para os encararmos com um sorriso de indiferença.

Os tempos que vivemos são de grande complexidade, agravada pela ambiguidade de uns e pela desfaçatez encapotada ou declarada de outros. E o povo interiorizou uma indiferença desencantada, resumindo-a num agastado «São todos iguais!».

Sem saudosismos, mas com verdade, aliás de fácil verificação para quem duvide, creio bem ser urgente um regresso à autenticidade, ao saber e ao decoro, à entrega e ao despojamento cívico, para se retomar o caminho da esperança íntegra e autêntica.

Basta de mistificação!

Basta de carnaval!

 

Até sempre!

Gabriel de Fochem

publicado por Do-verbo às 22:39

José-Augusto de Carvalho

Nada de relevante há a dizer de mim.

Há sim, mestre da boa poesia.
Quem lhe conhece, sabe o grande "bardo" desta arte maior que és, com admiração e estima,
Efigenia Coutinho
Efigênia Coutinho a 15 de Agosto de 2009 às 01:16

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