Nas estradas e encruzilhadas da Vida, liberto das roupagens da vaidade e da jactância, tento merecer esta minha condição de ser vivo.

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São os campos imensos,
sem suor e sem pão...
São os músculos tensos,
tensos, tensos em vão...

São tão rudes e densos
estes campos de estevas!
São tão negros os lenços
de miséria e de trevas!

São inúteis os dias,
mortos de desencanto,
a gritar agonias
em sepulcros de espanto...

Amargurada terra,
quem de ti te desterra?


 
José-Augusto de Carvalho
Viana, 30 de Abril de 1998.
 
publicado por Do-verbo às 23:06

Oi amigo,
Enviei-te hoje uma poesia, mas não sei se o endereço está correto; caso não a receba escreva-me passando o novo e-mail. beijos da amiga.
IMACULADA CATARINA (KYRIADALUA)
kyriadalua a 24 de Outubro de 2007 às 10:09

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