Nas estradas e encruzilhadas da Vida, liberto das roupagens da vaidade e da jactância, tento merecer esta minha condição de ser vivo.

15
Jan 08


Son alas de añoranza
el vuelo
que si llora en el tiempo...

Las flores de la novia
moriran
sin un amanecer...

El viento que limpiaba
el cielo
de las nubes oscuras
se fué,
perdido en las olas
del mar
de miedo y de huracánes...

Y todo
de nuevo de rodillas!
y bajo
un cielo ensangrentado
de rabia y cañoneras...


José-Augusto de Carvalho
3 de Janeiro de 2008.
Viana * Évora * Portugal
publicado por Do-verbo às 19:50

Fui convidado para participar no projecto Nova Águia e resolvi contactar outros aderentes ao projecto. Gostei do que vi e li.
Um abraço.
António
A.Tapadinhas a 16 de Janeiro de 2008 às 00:23

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