Nas estradas e encruzilhadas da Vida, liberto das roupagens da vaidade e da jactância, tento merecer esta minha condição de ser vivo.

10
Mar 09

 

Estão chegando ao meu monte notícias das movimentações que sempre ocorrem em anos de eleições. Ficaria contente se tais movimentações me garantissem a interrupção na mudança e não a continuidade no desencanto.

 

Também não me sossega o afã na apresentação de nomes mais ou menos sonantes; preferiria que fossem apresentadas propostas programáticas na perspectiva sustentada de alteração da monotonia instalada. E prevenindo interpretações indesejáveis, clarifico: as correntes de opinião política são, por definição, propostas de governação que os eleitos têm o dever de executar, condição indispensável para a credibilidade daquelas mesmas correntes de opinião.

 

As correntes de opinião política, intervindo na coisa pública, assumem ideológica e politicamente um compromisso público; logo, os seus agentes, salvaguardando uma postura de subversão, terão de honrar aquele mesmo compromisso, motivo por que não será legítimo a qualquer eleitor presumir que um qualquer agente, se for eleito, irá desempenhar o cargo com a predisposição de incumprimento da corrente de opinião que o suporta.

 

No sossego do meu monte, aguardarei pelas listas completas de candidatos e pelas suas propostas programáticas. Depois, talvez me ocorra uma outra reflexão.

        

Até sempre!

Gabriel de Fochem 

publicado por Do-verbo às 23:42

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