Nas estradas e encruzilhadas da Vida, liberto das roupagens da vaidade e da jactância, tento merecer esta minha condição de ser vivo.

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Nov 09



Não canto, porque não quero,
nem filhos de algo, nem clero.

Poeta, filho do vento,
invento os meus pergaminhos!
Que fiquem, por testamento,
ao pó de incertos caminhos!

Poeta sou, panteísta!
Acima de mim permito
apenas quem, alquimista,
poemas faz de infinito.

Poeta sou, neste chão!
E canto como quem lavra
uma promessa de pão
suado em cada palavra...





José-Augusto de Carvalho
17 de Abril de 2006.
Viana * Évora * Portugal
publicado por Do-verbo às 00:20

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