Nas estradas e encruzilhadas da Vida, liberto das roupagens da vaidade e da jactância, tento merecer esta minha condição de ser vivo.

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Out 07
 
 

 
Não me quero cativo
de quanto me disser
um saber que se quer
poder imperativo.
 
Quem sabe e quem não sabe?
Que sabes tu e eu não?
Tu tens o teu quinhão
do todo que nos cabe.
 
Eu quero descobrir e quero descobrir-me!
Eu quero desbravar e quero desbravar-me!
Que cada queda a dar seja um grito de alarme
na vontade a subir e cada vez mais firme!...

 

 


publicado por Do-verbo às 23:56

Outubro 2007
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