Nas estradas e encruzilhadas da Vida, liberto das roupagens da vaidade e da jactância, tento merecer esta minha condição de ser vivo.

26
Jan 12
Agenda

 

(Do latim agenda – coisas que devem ser feitas; de ager= agir, fazer)


Todos nós temos a nossa agenda. Uns fazem-na; outros adoptam a(s) que lhes dão ou lhes impingem.
Hoje, importará falar da agenda do nosso dia-a-dia colectivo. Como é natural, a comunicação verbal é uma das partes mais importantes do nosso quotidiano. Falamos com os familiares, com os amigos, com os colegas, com os vizinhos, com os conhecidos e até com desconhecidos. Falamos muito e essa prática é boa. Por vezes, é agradável conversar; por vezes, nem tanto; por vezes, é um dever de ofício ou de civilidade.
Com raras excepções, todos nós propomos ou aderimos a propostas de conversas sobre o tempo que faz ou não faz, sobre o estado de saúde dos nossos, sobre o último acontecimento ocorrido no nosso meio, no país ou na estranja, etc.
Para além destas conversas, são frequentes muitas outras provocadas pela dita Comunicação Social. Sabemos quanto nos influenciam (e quantas vezes condicionam) a Televisão, a Rádio, os jornais e revistas, exactamente porque são parte importante da nossa vida colectiva. E compreende-se: a função principal da Comunicação Social é informar e formar.
Chegados a esta definição da Comunicação Social (informar e formar), importará determo-nos na responsabilidade que impende sobre quem decidiu assumir a responsabilidade de contribuir para uma mais adequada informação e formação de todos nós. Ora, este exercício de análise, que se deseja constante, é fundamental para separarmos o trigo do joio. Porque queremos informação e não desinformação; porque queremos formação e não mal formação.
Ficamos entendidos? Oxalá!


José-Augusto de Carvalho
Lisboa, 26 de Janeiro de 2012.

publicado por Do-verbo às 18:57

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