Nas estradas e encruzilhadas da Vida, liberto das roupagens da vaidade e da jactância, tento merecer esta minha condição de ser vivo.

08
Dez 11




Quebradas as amarras, sobre as águas
balouça, livre, a barca da esperança!
Não fiques mais carpindo dor e mágoas.
que só quem persevera é quem alcança.
Se perdição houver, que fique o gesto!
Perdido já está quem se rendeu.
Se bem que neste outono, aqui me apresto
a ser mais um Abril que floresceu...
Recuso-me a deixar a triste herança
dum solo pátrio exausto do milagre
que se renova em cada primavera!
 
Quem quer deixar morrer a esperança?
Que a força a resistir nos salve e sagre
enquanto a vida em nós se regenera!...
José-Augusto de Carvalho
7 de Dezembro de 2011.
Viana*Évora*Portugal
publicado por Do-verbo às 17:37

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