Nas estradas e encruzilhadas da Vida, liberto das roupagens da vaidade e da jactância, tento merecer esta minha condição de ser vivo.

29
Set 13

 

 

 

Um conterrâneo que muito prezo recorda-me amiudadas vezes que só todos juntos sabemos tudo. Sábias palavras estas! 
Constantemente, temos notícia de quem cumpre e também de quem não cumpre esta sabedoria --- a nível local, a nível nacional, a nível global.
Se é verdade que há gente que tem a atitude grande de reconhecer que só todos juntos sabemos tudo, também há gente que tem a pequenez da jactância de tudo saber.
Exemplos concretos de ambas as posturas têmo-los às toneladas. Basta olhar em derredor.
Quantos de nós vivemos situações de partilha, numa conjugação de esforços responsável?
Bem-hajam, sempre!, aqueles que apreenderam e seguiram a sabedoria da parábola dos vimes!
Quantos de nós vivemos situações de frustração até à recusa de subscrever enormidades que estão aí, bem visíveis, demonstrando a razão que nos assistia?
Relevemos, embora sem ira nem desejo obstinado de vingança, a pequenez da jactância e os seus resultados perniciosos, resultados que perduram como uma condenação e a todos lesam.
Os pecados constantes seguidos dos perdões constantes e da estafada recomendação «Vai e não peques mais!» tornam o confessionário inócuo. E com isto que digo recupero o Poeta Guerra Junqueiro em «Um justo não perdoa, julga!».
Até sempre!
José-Augusto de Carvalho
Lisboa, 29 de Setembro de 2013.

publicado por Do-verbo às 21:09

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