Nas estradas e encruzilhadas da Vida, liberto das roupagens da vaidade e da jactância, tento merecer esta minha condição de ser vivo.

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Mai 09

 

Através dos meios ditos de comunicação social, chegam, ao meu «monte», notícias e mais notícias e comentários e mais comentários às mesmas notícias.
É uma fartura de «louvar a Deus»!
Da política ao futebol, dos pimbas da música aos da banca, que sei eu!...
Vivemos este tempo que tudo nivelou por baixo, tão por baixo que se compraz em enveredar por subterrâneos.
Por vezes, parece que os vários tempos do Tempo se assemelham às consabidas três fases dos impérios: ascensão, apogeu e queda.
Como toda gente, herdei o saber do tempo dos meus pais e avós. E com essa riqueza de saber, preparei-me como pude para enfrentar o meu tempo e dele perspectivar o tempo futuro. E é aqui que as dificuldades surgem, neste preciso momento em que este hoje é de angústia e o amanhã é uma aflitiva incógnita.
Ensinaram-me a respeitar valores então considerados de todos os tempos. Ora esses valores, hoje, estão a ser questionados na prática quotidiana.
Bem sei que estão sempre em mudança os tempos e as vontades, mas evolução e degradação têm significados diferentes e provocam também situações diferentes. E também sei que a evolução e a degradação não aparecem por geração espontânea.
Exactamente por tudo isto, daqui do meu «monte», eu grito:
«Abaixo a distracção!»
Antes que seja tarde de mais...
Até sempre!
Gabriel de Fochem
 
publicado por Do-verbo às 00:19

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