Nas estradas e encruzilhadas da Vida, liberto das roupagens da vaidade e da jactância, tento merecer esta minha condição de ser vivo.

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Abr 09

 

O afã de algumas pretensas mentes iluminadas na descoberta de candidatos que o eleitorado tenha por credíveis! Até seria ponderável tal afã se os candidatos se representassem a si mesmos, o que, como sabemos, não é verdade. Todos os candidatos, ainda os que se apresentem rotulados de independentes, agem conforme ditames político-ideológicos. E a bandeira, através do simbolo que a força político-partidária utiliza no boletim de voto, lá está denunciando essa tal independência.
 
Abro aqui um parentesis para as candidaturas autónomas, só possíveis, que eu saiba, nas eleições autárquicas. Todavia, estas, ainda que autónomas, terão necessariamente uma subordinação de pensamento afim de qualquer uma das ideologias presentes no panorama político-partidário. Fechado o parentesis e regressando ao afã das mentes iluminadas de que vinha falando, este configura a demissão de um partido político enquanto tal, porque não reclama a sua credibilidade perante o eleitorado, preferindo a credibilidade do candidato que apresenta.
Aqui chegado, pergunto-me: como entender um partido político que se socorre da credibilidade de um candidato para tentar alcançar a preferência do eleitorado? E como irá o eleitorado entender um partido político que assim menoriza a sua própria credibilidade?
 
Este assunto "tem pano para mangas". Voltarei a ele.
 
Até sempre
Gabriel de Fochem!
publicado por Do-verbo às 21:40

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