Nas estradas e encruzilhadas da Vida, liberto das roupagens da vaidade e da jactância, tento merecer esta minha condição de ser vivo.

25
Jun 08

 

Sabemos que a palavra política nos chegou dos gregos e que significa o governo da cidade.

 

Partindo daqui, poderemos entender por micro-política o governo do nosso lar e por macro-política o governo dos países. Creio bem ser pacífico este raciocínio.

 

Qualquer cidadão responsável sabe governar o seu lar. É uma situação comum. Fundamentalmente, sabe que nunca poderá «dar o passo maior do que a perna». Ah, estes ditados, sempre tão carregados de sabedoria!

 

Qualquer um destes cidadãos responsáveis --- e tantos, tantos são! --- sabe que o seu orçamento terá de atender às necessidades, partindo das mais urgentes para as menos urgentes, e por aí... até esgotar a hierarquização que estabeleceu. Sabendo muito bem que é para toda a família a comida que põe na mesa. E para além da mesa, tudo o mais, evidentemente.

 

Isto é tão claro, que até parece uma aberração estar a dizê-lo.

 

Ora, a realidade é subvertida quando se passa da micro-política, a tal que me permiti definir como o governo do lar.

 

No governo da cidade sucede o que todos sabemos. No governo do país, dos países, do mundo inteiro, afinal, igualmente sabemos. E seria fastidioso estar a enumerar as tantas e tantas situações que quotidianamente nos assaltam, nos ferem, nos magoam, nos indignam, nos envergonham...

 

É tempo de desmistificar o papão da política!

 

É tempo de desmistificar os autoproclamados políticos, que se consideram iluminados e que, afinal ---está à vista de todos! --- são os causadores de todos os males sociais que quase nos fazem descrer da humana condição.

 

Até sempre!
Gabriel de Fochem
publicado por Do-verbo às 17:57

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